terça-feira, 26 de julho de 2016

Obesos podem ser dispensados de passarem pelas catracas dos ônibus em BH


Projeto de lei em tramitação na Câmara Municipal determina que o usuário poderá optar por não passar pela catraca, mas a tarifa precisa ser paga

Passageiros obesos podem ser desobrigados de passarem pelas roletas nos ônibus que rodam em Belo Horizonte, conforme prevê o Projeto de Lei 1.965/16, de autoria do vereador Adriano Ventura (PT). A tarifa, contudo, precisa ser paga.

O texto em análise na Câmara Municipal determina que o usuário que optar por não rodar a catraca terá entrar e descer pela porta dianteira do coletivo. Após receber o pagamento pela viagem, o cobrador deverá rodar a roleta vazia.

“A obesidade é um problema de saúde pública, não apenas nacional, como mundial, sendo uma grande preocupação da Organização Mundial de Saúde (OMS)”, justificou o parlamentar.

A prefeitura e o Settra-BH, o sindicato que representa as empresas de ônibus na capital, não comentam projetos de lei

2 VIAGENS GRÁTIS de UBER pra você que ainda não aderiu ao aplicativo


No meio de tanta polêmica em torno do aplicativo de carona paga UBER, o aplicativo que permite que pessoas que tenham carros que atendem aos requisitos exigidos pelo Uber possam prestar um serviço de transporte urbano para outras pessoas que queiram contratar este serviço através do aplicativo, uma coisa é bastante certa, as pessoas que usam o serviço oferecido pelos motoristas Uber acabam sendo conquistadas pela qualidade do serviço prestado, qualidade que é muito difícil encontrar no tradicional serviço de Taxi.

Por conta de tal polêmica muitos ainda não instalaram o aplicativo Uber, que foi classificado pelas categorias descontentes com a concorrência do Uber como sendo um serviço pirata.

A realidade é que o Uber não é pirata e tem garantido o seu direito de funcionamento em uma lei nacional, sendo que é responsabilidade das prefeituras criar as regras para que o Uber possa operar em cada cidade brasileira em que ele disponibilizar a plataforma.

O problema do Uber no Brasil é muito mais de interesses políticos em cada cidade do que realmente do negocio ser justo ou não competindo com os serviços tradicionais de transporte urbano.
Se há, por exemplo, algo injusto com os taxistas, com certeza podemos citar o fato de que grande parte deles não é dono da permissão de taxi e tem que pagar um aluguel absurdo de até R$ 300 por dia pelo direito de explorar o serviço de taxi. Você acha que esta dívida com a qual o taxista começa o dia acaba recaindo sobre as costas de quem? Do cliente do taxi, é claro.

E se tem taxista pagando R$ 300 por dia pelo direito de trabalhar como taxista é por que tem alguém que deveria estar trabalhando como taxista mas prefere ficar em casa tranquilo só ganhando dinheiro com a sua (ou as suas) permissão de taxi.

É por estas e tantas outras que eu uso o Uber sem nenhum peso na consciência, pois o serviço é legal, o atendimento é bom e o preço é justo com o consumidor.

É por isto também que eu indico o Uber e estou indicando agora para você, se você ainda não experimentou o Uber, vou deixar agora para você um link com um código promocional que vai lhe dar o direito de usar 2 viagens de Uber grátis no valor de até R$ 20.

Isto mesmo, são até R$ 40 para você experimentar o serviço de transporte urbano diferenciado que é o Uber.

Este código é válido para aqueles que ainda não são cadastrados no Uber, então clica agora em > https://www.uber.com/invite/gwemwvgzue e aproveite.

Aplicativo mostra quem viu suas redes sociais no Android

Ferramenta, batizada de "PeeperPeerer", tira fotos de quem tentou usar seu celular escondido; é possível escolher 'fakes' do WhatsApp, WeChat e Facebook


Gratuito e disponível apenas para Android, PeeperPeerer é um aplicativo dedicado para os usuários de smartphones que têm medo de que alguém esteja usando suas redes sociais escondido. Depois de instalado, o software cria atalhos e ícones falsos das redes sociais no seu celular. É possível escolher 'fakes' do WhatsApp, WeChat, Facebook, Facebook Messenger e arrastar esses atalhos falsos para sua tela inicial para enganar os curiosos.
 
Quando o bisbilhoteiro tentar abrir, o app abre uma tela falsa de cada aplicativo imitado e acusa uma mensagem de erro de conexão. Dessa maneira, a ferramenta usa a câmera frontal para tirar uma foto da pessoa usando seu smartphone sem permissão. O serviço armazena as imagens, data e hora exatos de quem está querendo checar suas informações pessoais nessas redes sociais.

Smartphones e tablets podem ter mais germes que privadas

Teste realizado na Inglaterra revelou que aparelhos podem conter altos níveis de "Staphylococcus aureus", bactéria relacionada a casos de intoxicação alimentar

Aplicativo permite que cegos escrevam em um tablet comum
Ideal é seguir as instruções do fabricante para manter aparelhos sempre limpos

No dia a dia cada vez mais corrido, pessoas usam seus telefones e tabletes no banheiro e, depois, "levam" o aparelho para jantar. Por fim, "repousam" na cama junto do inseparável gadget.

Essa rotina com os aparelhos portáteis, porém, pode trazer dados chocantes. Uma pesquisa realizada pelo portal britânico "Which?", em parceria com um microbiologista, mostrou que tablets, smartphones e teclados podem ter mais bactérias que o assento de vaso sanitário de um escritório.
Depois de esfregarem cotonetes em 30 tablets, 30 telefones e 30 teclados e enviarem para um laboratório, essa foi a conclusão do teste. Em um tablet em particular, foram encontradas 600 unidades por cotonete da bactéria Staphylococcus aureus, que pode causar intoxicação alimentar grave. Nos smartphones, a contagem chegou a 140 Staphylococcus. Por comparação, um assento de sanitário típico apresenta contagem inferior a 20 unidades por cotonete (a agência de saúde britânica estima números entre 20 e 10 mil unidades para Staphylococcus aureus como de risco em potencial).
"A contagem de 600 em um dispositivo de plástico de qualquer tipo é incrivelmente alta ", disse o  microbiologista James Francis, que realizou o teste. "Na indústria de alimentos, se encontramos esses níveis de bactérias na mão de um manipulador de alimentos, ele teria que ser retirado do local de trabalho e treinado em higiene básica", completou.
E não adianta limpar o seu portátil com a manga da camisa. O ideal é seguir as instruções do fabricante, usando pano macio e úmido, se for o caso, ou produtos criados apenas para higienização. Lavar as mãos sempre também ajuda a diminuir os riscos.

Bolsas femininas têm mais micróbios do que maioria dos vasos sanitários

Estudo feito por companhia britânica revela que o creme de mãos, batons e estojos de maquiagem são os itens mais sujos que as mulheres carregam no acessório

O professor do Instituto de Microbiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Maulori Cabral, confirmou que bolsas femininas têm mais micróbios do que na maioria dos vasos sanitários, como é apontado por estudo da  empresa Initial Washroom Hygiene, do Reino Unido, especializada em limpeza de banheiros públicos. “Tem mais micróbios na superfície das bolsas das mulheres do que na superfície dos vasos sanitários. As mulheres colocam a bolsa em tudo que é lugar. Pegam na bolsa o tempo todo e ficam passando micróbios da mão para a bolsa. E ninguém passa água sanitária na bolsa”, diz.

O estudo feito pela companhia britânica revela que o creme de mãos, batons e estojos de maquiagem são os itens mais sujos que as mulheres carregam nas bolsas. Maulori Cabral concorda com a pesquisa. “É o que ela [mulher] toca mais, mas, pelo lado de fora”. Ele explicou que os batons, sozinhos,  já têm agentes antimicrobianos. O mesmo ocorre em relação ao creme para mãos. Já os frascos que contêm o creme estão a todo momento sendo segurados pelas mãos femininas. O especialista esclareceu que quando uma pessoa segura algum objeto, transfere para ele parte da sua microbiota. “Todo bicho vivo que você conhecer tem uma população de micróbios associada ao próprio corpo. Cada pessoa tem as suas populações bacterianas. Esse conjunto de populações bacterianas que está associada ao corpo denomina-se microbiota”, disse.
Cabral descartou, entretanto, que o fato de as bolsas femininas apresentarem mais micróbios que a superfície de vasos sanitários põe em risco a saúde humana. “De maneira nenhuma. Isso tudo é injeção de pânico”. A microbiota faz parte da evolução dos seres vivos. Cada pessoa carrega cerca de 100 trilhões de bactérias. “O corpo adulto é  formado por  10 trilhões de células que são descendentes da fecundação, ou seja, da nossa origem embrionária”. Quando a criatura nasce, se contamina com bactérias, inclusive da própria mãe e, quando fica adulta, carrega dez vezes mais bactérias do que células embrionárias. “Quando você encosta em uma coisa, passa para ela seus micróbios”.

Avaliação do virologista
Lavar as mãos de forma frequente não reduz o número de bactérias presentes nas bolsas das mulheres, explica o especialista. O que precisa é lavar as mãos sempre antes das refeições e depois de ir ao banheiro.  “Quando lava as mãos, você não se livra dos seus micróbios;  você se livra dos micróbios dos outros. Porque os seus fazem parte da sua microbiota. Os dos outros é que podem fazer mal a você, ou não”.

Cabral reiterou que os seres humanos nascem para conviver com os micróbios. “Fantasiar micróbios como algo maléfico é o maior absurdo”. Ele disse que as crianças tomam lactobacilos vivos porque isso faz bem à sua saúde e disse que a contaminação microbiana é uma coisa natural. Embora sejam invisíveis, os micróbios são os seres mais poderosos do planeta, avaliou o professor da UFRJ.

Os micróbios fazem parte do cotidiano. Cabral explicou que como o ser humano é um animal social, os homens cumprimentam uns aos outros, trocando micróbios no aperto de mãos. “A primeira coisa que você faz é: fique com um pouco dos meus micróbios e me dê um pouco dos seus”. Quando há mais intimidade com a outra pessoa, trocam-se beijos. “Aí a coisa complica” porque, segundo Cabral, cada gotícula de saliva tem 100 mil bactérias. “Mas, tem coisa melhor do que trocar bactérias?”, brincou o professor. Isso significa que quanto mais íntimo for o cumprimento, mais a microbiota é compartilhada.
Sanduíche de queijo quente mais caro do mundo custa R$ 630

O queijo é derretido com camada de ouro 24 quilates e vem acompanhado de bisque de lagosta servido em taça de cristal; pão é assado com champanhe

Queijo quente mais caro do mundo pode ser encontrado nos Estados Unidos
Queijo quente mais caro do mundo pode ser encontrado nos Estados Unidos

Queijo quente, misto quente, tostex, pão com queijo. Tanto faz como é chamado. A diferença é que tal iguaria é vendida a R$ 630 no Serendipity 3 de Nova York, nos Estados Unidos.
O sanduíche é do chef Joe Calderone e reconhecido pelo Livro Guinness dos Recordes como mais caro do mundo.
O nome oficial é "The Quintessential Grilled Cheese Sandwich" e quem quiser experimentar preciso fazer o pedido com 48 horas de antecedência.
O sanduíche é feito com queijo derretido com finíssima camada de ouro 24 quilates e vem acompanhado de bisque de lagosta servido em taça de cristal. O pão é assado com champanhe Dom Perignon e pincelado com azeite de trufas brancas com pequenos flocos de ouro comestíveis.
Detalhe importante. O queijo não é um qualquer! Trata-se de um ingrediente usado na criação de Calderone. Extremamente raro, o Caciocavallo Podolico é envelhecido em cavernas.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Ampliação em Confins será abandonada no dia 2 de maio

Resultado de imagem para aeroporto de confins obrasAs obras de ampliação e reforma da pista e do pátio de movimentação de aeronaves do aeroporto de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, podem parar a partir do dia 2 de maio, por falta de pagamento da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

No ofício enviado no dia 1º de abril pelo consórcio Cowan/Conserva, responsável pela obra, à Infraero, o consórcio relata que, por motivos “alheios à vontade e controle da contratada”, apenas 55,03% das obras do pátio e da pista foram concluídas, e que a Infraero deve à empresa mais de R$ 3 milhões. Sem o pagamento, segundo o ofício, é impossível, financeiramente, continuar as obras. “Já foi até dado o aviso prévio aos funcionários”, revelou uma fonte ligada à operação, que pediu para não ser identificada. “Mas se o pagamento acontecer, as obras continuarão”, disse.
De acordo com ela, os 55,03% concluídos são o balanço total. Mas, no que se refere às obras da pista, nem metade foi feita. Já era para a pista de Confins estar ampliada de 3.000 metros para 3.600 metros desde maio do ano passado, só que a expansão foi adiada para depois da Copa do Mundo, para não afetar o quadro de voos em um momento de tráfego aéreo intenso.
As obras estão sob responsabilidade do consórcio Cowan/Conserva que, conforme a fonte, não recebe o pagamento pelos serviços prestados desde fevereiro deste ano. De acordo com a Lei das Licitações (8.666/93), em seu artigo 78, é motivo para rescisão do contrato, o atraso superior a 90 dias dos pagamentos devidos pela administração pública por obras e serviços.
Em nota, a Infraero informou que a conclusão da ampliação da pista está prevista para junho de 2016. Entretanto, não informou se os pagamentos estão sendo feitos ao consórcio responsável pelas obras em Confins e nem se recebeu o ofício enviado.
 A BH Airport, concessionária que administra o aeroporto de Confins desde o ano passado, informou que as obras continuam, e que não recebeu nenhum comunicado oficial sobre sua suspensão. A empresa diz que só poderá comunicar que atitude deve tomar quando tiver a informação oficial.